quarta-feira, 13 de março de 2019

Como evitar processos trabalhistas usando rastreamento?


De acordo com o site http://www.tst.jus.br/estatistica-do-cndt que relaciona as 100 maiores empresas devedoras com processos trabalhistas no Brasil, relata que o setor rodoviário acumula 16,01% dos casos onde a justiça já concedeu seu parecer favorável ao ex-funcionário, somando 14.168 casos dos 88.471 relacionados.

Outra estatística alarmante é que das 100 empresas, 14 delas fazem parte do setor de transporte rodoviário, seja de cargas ou passageiros, mas, quais os principais motivos de processos contra essas empresas?

As estatísticas apontam entre os casos relacionados ao transporte os seguintes itens:

    Hora-extra: Pagamento de horas extras habituais “por fora”, sem os valores reflexos;
    Falta de pagamento: Trabalho aos domingos e feriados sem o correto pagamento ou compensação (folga);
    Segurança: Inobservância das regras de saúde e segurança do trabalho, com entrega de equipamentos de proteção.
    Registro inadequado: Contratos de trabalho superficiais ou desatualizados;
    Carga horária: Ausência do registro correto de horário;
    Desconto indevido: Descontos em folha, além dos admitidos por Lei, sem autorização escrita dos empregados;
    Pagamento por fora: Registro em carteira de salário em valor inferior ao que o empregado efetivamente recebe;
    Carga pesada: Duração do trabalho diário superior a 10 horas;
    Excesso de trabalho: Intervalo entre dois dias de trabalho menor que 11 horas;

Podemos notar claramente que todos esses itens são puramente relacionados à gestão da empresa, mas os itens 1, 2, 5, 8 e 9 estão relacionados à informações que, principalmente quando trata-se da função de condutor, fica muito mais complicado de controlar, em virtude da atuação do colaborador normalmente ser longe da sede da empresa.

Após 2 de março de 2015, as regras do jogo ficaram ainda mais duras para o empreendedor de transporte, pois a partir dessa data entrou em vigor a “lei do motorista” – Lei nº 13.103, que visa regulamentar e criar dispositivos que protejam os motoristas do abuso de horas ao volante através da punição dos empresários que forçarem essa condição.

Mas com tudo isso em pauta, o que fazer para estar sempre regular, ter mais segurança para seus colaboradores, processos e consequentemente para sua empresa?

A resposta está na tecnologia: há hoje no mercado, algumas soluções bem interessantes, que auxiliam empreendedores e equipes a realizarem com mais eficiência e precisão as atividades relacionadas à gestão de frotas e controle das operações.

Analisando alguns dos itens destacados anteriormente, pode-se notar que vários deles podem ser monitorados e solucionados através de um sistema de rastreamento.

    Hora-extra: Pagamento de horas extras habituais “por fora” sem comprovação efetiva da atividade realizada: O monitoramento do posicionamento e os alertas de controle de jornada, além da análise frequente do relatório de jornada de trabalho resolvem rapidamente este item;
    Falta de pagamento: Trabalho aos domingos e feriados sem o correto pagamento ou compensação (folga): Através do alerta de uso não autorizado do veículo, que diz em que dias e horários o carro pode ser utilizado, o controle deste item torna-se bastante simples;
    Carga horária: Ausência do registro correto de horário: O relatório de jornada de trabalho do veículo gera um documento que pode ser anexado e comparado ao diário de bordo do motorista, assim como ao disco de tacógrafo, isso, antes mesmo do veículo retornar para a empresa.

Estes são apenas alguns exemplos de como a tecnologia aliada a competência e comprometimento do gestor podem fazer com que sua empresa, não se torne mais um número nessa estatística.

Você já definiu as regras para utilização dos veículos da sua empresa?

Conheça os serviços da SIM Rastreamento

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Cinco motivos para sua empresa adotar o rastreamento de veículos.

Rastreamento veicular
Quando os empreendedores que operam no ramo logístico de distribuição de produtos pensam em rastreamento veicular logo imaginam fatores relacionados à segurança e à boa gestão de seus automóveis de carga.

Mas existem alguns outros excelentes motivos para se adotar um sistema de rastreamento de alto nível para sua organização, o que seria benéfico até mesmo para um empreendimento de menor porte.

Se você é gestor ou dono de uma pequena ou média empresa ou tem uma firma que tem na logística um de seus serviços operacionais básicos, confira agora mesmo nosso artigo para entender o que sua organização poderá ganhar ao adotar uma solução de rastreamento de frota.
Controle absoluto e em tempo real da frota.

terça-feira, 28 de junho de 2011

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Cerca Eletrônica

Podemos definir uma cerca como sendo uma estrutura projetada para restringir ou prevenir um acesso ao interior de sua área. Como exemplo, vamos imaginar uma casa, ao redor desta casa encontra-se uma área aberta envolto por uma cerca, essa cerca tem como função delimitar seu terreno, funcionando como um controle de acesso, restringindo quem poderá entrar ou sair deste local.

A Cerca Eletrônica é uma cerca virtual, porém com os mesmos princípios de uma cerca real. Sendo assim sua função também é delimitar uma área, avisando quando o veículo entra ou sai. Utilizamos em nossos equipamentos, atualmente, um modelo de Cerca Eletrônica de ponto.


Seu nome se refere ao modelo de construção da cerca eletrônica, no qual o cliente escolhe um ponto central e um raio de cobertura, formando um círculo ao redor deste ponto. Delimitado esse círculo, o veículo que atravessar essa linha imaginária, seja entrando ou saindo, o responsável pela configuração desta cerca receberá um e-mail informando que o veículo passou por esse limite.

Este tipo de cerca eletrônica pode ser utilizado de diversas maneiras, como por exemplo, um vendedor que utiliza o veículo da empresa para trabalhar, pode-se controlar sua área de atuação ou até mesmo em entregas de mercadorias, onde se cria uma cerca eletrônica no local de entrega e assim que o veículo chegar ou sair do local de entrega, irá passar pela cerca, enviando um e-mail informativo a empresa que poderá fazer um melhor controle de sua frota.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Dicas de segurança no caixa eletrônico

Sacar dinheiro no meio da madrugada ou mesmo durante as férias, onde você menos imaginar. Graças aos caixas eletrônicos, você pode fazer isso e muito mais.

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Mas tudo tem o seu preço, no caso a segurança. Mesmo com o investimento pesado dos bancos para que o saque de dinheiro seja seguro é preciso ficar alerta aos infratores.

A FEBRABAN - Federação Brasileira de Bancos sugere dez dicas simples:

Nunca peça e nunca aceite, em circunstância alguma, a ajuda de estranhos
Caso o consumidor necessite de ajuda, deve procurar um funcionário do banco, devidamente identificado com uniforme e/ou crachá. Isso se aplica especialmente aos caixas de auto-atendimento. Um dos golpes aplicados pelos infratores é se oferecerem para ajudar os consumidores, em especial aqueles que demonstram dificuldade em operar o caixa eletrônico. Há também caso de infratores que pedem ajuda ao consumidor e, enquanto esse o ajuda, o golpe é dado por meio da troca de cartões, por exemplo. Por isso, não perca o seu cartão de vista dando-o a desconhecidos, por mais insuspeitos que eles possam parecer.

Evite sacar valores elevados em agências, inclusive nos caixas eletrônicos.
Isso ajuda a prevenir a chamada "saidinha de banco", que consiste no consumidor ser roubado após sair de uma agência bancária. Caso o consumidor necessite efetuar um pagamento elevado, deve fazer essa transação por meio eletrônico ou telefônico, utilizando-se de um DOC ou TED. O ideal é o consumidor fazer saques em pequenas quantidades e, de preferência, em lugares movimentados e em que ficará por mais algum tempo, como shopping centers, supermercados e lojas de conveniência. Isso evita que seja seguido e abordado por ladrões.

Seja discreto e não conte dinheiro em público
Ninguém precisa saber quanto dinheiro o consumidor sacou. Por isso, discrição ao fazer o saque e ao guardar o dinheiro são fundamentais para não despertar a atenção dos infratores. Assim como o consumidor não abre a carteira em público para contar quanto dinheiro há nela, não deve mostrar e contar o dinheiro que sacou. Se realmente for necessário contar o dinheiro, faço-o em local reservado da agência.

Procure ir ao banco sempre acompanhado. Isso vale especialmente para idosos.
Ao ir acompanhado à agência, o consumidor evita ser abordado por terceiros, principalmente quando efetua saques.

Fique atento à distância entre você e outros consumidores.
A distância estabelecida por sinalização entre um consumidor no caixa tradicional ou de auto-atendimento e o próximo na fila é de em média 1 a 1,2 metro. É considerada suficiente para segurança à transação eletrônica. Mas caso o consumidor seguinte se aproxime demais, aquele que está no caixa deve se prevenir ao digitar sua senha e, se possível, cobrir o teclado com sua mão. Uma das táticas de fraudadores é observar de longe o consumidor no momento em que a senha é digitada. Depois, de alguma forma, tenta ter acesso ao cartão por meio de roubo, de oferta de "ajuda" a pessoas com dificuldade em utilizar o caixa eletrônico etc.

Procure fazer saques em caixas eletrônicos nos horários de maior movimento.
O consumidor deve priorizar o uso das salas de auto-atendimento bancário nas agências e dos caixas eletrônicos externos em horários de maior movimento. No caso do auto-atendimento, por exemplo, são os horários de expediente bancário.

Evite sacar em caixas eletrônicos muito isolados, mesmo que em locais movimentados.
Caixas eletrônicos podem estar em áreas de grande movimento, como postos de gasolina e restaurantes em estradas. No entanto, a localização específica dos caixas eletrônicos pode ser muito isolada evitando que infrações como furtos sejam percebidas por quem transita pelo local.

Se o caixa eletrônico reter seu cartão, avise o banco imediatamente
Os caixas eletrônicos em geral não "engolem" o cartão do consumidor, mesmo que haja erro repetido de digitação de senha. Na maioria das vezes, isso acontece por instalação de dispositivo clandestino que retém o cartão. Caso o cartão seja retido, ligue imediatamente para o serviço de atendimento telefônico e relate a ocorrência. Você será orientado sobre as providências que deverão ser adotadas. O consumidor não deve aceitar celulares oferecidos por estranhos para ligar para a central de atendimento dos bancos. Fraudadores tendem a oferecer o telefone e não ligam para o banco, mas sim para seu cúmplice, que pedirá os dados do consumidor, agindo como se fosse atendente do banco.

* Cartões: o que fazer em caso de roubo, furto ou extravio?
* Golpe do cartão clonado

Se o caixa eletrônico parecer violado, não o utilize
Muitas violações dos caixas eletrônicos parecem perfeitas, mas não são. Em geral, deixam marcas, como placas desalinhadas e telas mais salientes do que o normal. Se desconfiar da aparência ou achar estranha a estrutura externa do caixa eletrônico, não deve utilizá-lo e deve procurar um funcionário da agência ou ligar para o banco.

Dicas extraidas do site: Vila Sucesso http://www.vilasucesso.com.br

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Dicas de segurança - parte 1

Dicas - Segurança pessoal

É uma pena hoje precisarmos nos preocupar tanto com nossa segurança a ponto de precisarmos criar uma cartilha. Mas a criminalidade existe e está em toda a parte, e a prevenção neste caso, é a nossa melhor arma.

Listamos nesta primeira parte algumas dicas de segurança pessoal, em breve postaremos mais dicas, fiquem ligados.

Principais ameaças

* Seqüestro relâmpago
Com duração de 1 a 24 horas, geralmente para realizar saques e transações bancárias

* Seqüestro com pedido de resgate.
Selecionado por status, nível hierárquico, tipo de carro, etc.

* Seqüestro com veículo
Para levar o carro. Qualquer veículo está sujeito, geralmente é feito por encomenda de ano, cor e modelo, para se utilizar as peças.

* Assalto à mão armada
Com conseqüências relacionadas a reação da vítima.

* Assassinato
Bogotá (Colômbia): aproximadamente 98 mortos/dia.
São Paulo (Brasil): aproximadamente 12 mortos/dia.


Prevenção

* Nada é 100% garantido quando o assunto é Segurança.

90% prevenção
05% reação
05% sorte

A prevenção representa 90% em segurança. Sendo assim as ações devem se concentrar nessa etapa.


Preparação para um assalto

Em geral todo assalto conta com uma determinada preparação que consiste em:

* 1º Pré-eleição do alvo: Essa fase pode levar meses, dias ou apenas alguns segundos. É a fase em que o bandido irá escolher quem abordar.

* 2º Identificação do alvo: O alvo foi escolhido. Geralmente o mais fraco, mais distraído ou com base no que o bandido procura (bolsa, modelo de carro, etc).

* 3º Vigilância: Período que o bandido avalia toda a situação antes do ataque (abordagem).

* 4º Planejamento: O bandido já tem tudo o que precisa, agora ele planeja como será o ataque (dia, hora, local, forma de abordagem, arma, etc).

* 5º Ataque: O bandido faz a abordagem. Nessa fase já não há como fazer prevenção. Menos de 5% de êxito nas ações de interrupção.


O bandido

* Não quer ser exposto;
* Sempre faz uma seleção das vítimas;
* Sempre irá escolher o mais fácil, ou seja, o mais despreparado;
* Durante um assalto o bandido está nervoso e com medo;
* Reagir é uma atitude de altíssimo risco.

O bandido não tem descrição exata. O modelo de bandido trajando chinelo e bermuda está ultrapassado, hoje muitas pessoas relatam ter sido abordadas em semáforos por homens elegantes de terno e gravata, ao abrir o vidro foram assaltadas.


A participação de mulheres também cresceu muito.

Observe sempre:
* O comportamento;
* As mãos (geralmente escondidas nos bolsos);
* Os olhos (dizem que os olhos são o reflexo da alma, isso de fato funciona, observe os olhos e saberá se há ou não intenção ruim).


Ações de prevenção

* Errado:
Achar que não vai ocorrer com você.

Permitir que ocorra.
(deixe parte do dinheiro separado para entregar ao bandido se ocorrer a abordagem).

* Certo:
Agir preventivamente, evitando que ocorra a abordagem.