quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Curso ajuda corretor a gerir seus negócios
O curso é de extrema valia neste momento em que o corretor enfrenta o acirramento da concorrência e precisa maximizar o seu faturamento e, ao mesmo tempo, reduzir custos.
Nesse contexto, o objetivo do curso é exatamente o de transmitir conhecimentos necessários para a gestão eficaz de uma corretora de seguro.
Entre os temas que será abordados constam "Análise do Mercado", "Tendências para o Futuro", "Planejando para Vender Mais","Modelos de Estruturas Organizacionais", "Sistemas Operacionais voltados para o Marketing" e "Gestão de Pessoas e Recursos Humanos", entre outros.
Mais informações sobre o curso podem ser obtidas através da linha direta da escola: 08000-25-3322 ou pelo email faleconosco@funenseg.org.br.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Novidade da obrigatoriedade de antifurtos
Novidade da obrigatoriedade de antifurtos
Operação Assistida colocará à prova Resolução 245, dando início a uma nova fase da medida
Texto: Glauber Franco/Cesvi Brasil
Fotos: Cesvi Brasil
Promulgada pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) em julho de 2007, a Resolução 245, que dispõe sobre a instalação obrigatória de equipamento denominado antifurto em veículos novos saídos de fábrica, chega agora a uma fase de testes e simulações de interação de todos os envolvidos. E esta fase tem um nome: Operação Assistida.
O CESVI BRASIL estará envolvido nesta operação, contribuindo com todo o seu now-how acerca da avaliação de sistemas de rastreamento e bloqueio de veículos, trabalho que se fortalece com a efetivação da Resolução.
Cenário
O mercado de rastreamento de veículos no Brasil se desenvolveu a duras penas. No passado, equipamentos dotados de um alto índice de “adaptabilidade” eram capazes de interferir inclusive no funcionamento normal do veículo, provocando uma intervenção prejudicial à sua arquitetura elétrica e, consequentemente, muitos transtornos. Já um posterior processo de amadurecimento do mercado de “aftermarket” levou a um cenário bastante evoluído; hoje a maioria dos equipamentos respeita condições mínimas de funcionamento em um ambiente hostil, repleto de vibrações e ruídos característicos do ambiente automotivo. Entretanto, o processo de instalação destes dispositivos ainda carece de uma mão de obra especializada, principalmente em regiões distantes dos grandes centros metropolitanos.
Com a implantação da Resolução 245, a instalação do equipamento passa a ser responsabilidade do fabricante do automóvel, de modo a integrá-lo ao projeto original do veículo sem provocar intervenções em seus diversos módulos eletrônicos.
Sob um ponto de vista técnico, esta instalação “original” possui vantagens incontestáveis. Entretanto, sob um ponto de vista de segurança, esta condição traz implicações que já foram exaustivamente discutidas. A padronização da instalação será um elemento que poderá comprometer a eficiência de recuperação do veículo em caso de roubo e furto, contrariando a proposta da própria Resolução.
Impactos no mercado
Confira a seguir os potenciais impactos da Resolução em diferentes setores do mercado.
Consumidores
BOM: o consumidor pode contar com um equipamento integrado ao veículo, garantindo uma maior confiabilidade, aproveitando os benefícios que o rastreador pode oferecer.
RUIM: Arcará com mais um custo de um dispositivo obrigatório no veículo.
Fabricantes de equipamentos
BOM: grande oportunidade de fornecer seus produtos (módulos de rastreamento) para um grande comprador (montadora).
RUIM: probabilidade de redução de “market share” das empresas que ficaram fora do fornecimento para as montadoras.
Montadoras
BOM: possibilidade de agregar valor em serviços de manutenção pré-programada a partir das informações transmitidas pelo rastreador.
RUIM: impactos no custo total de produção do automóvel devido à instalação de mais um dispositivo.
Seguradoras
BOM: oportunidade de benefício pela redução do risco, caso se comprove a eficiência do rastreador instalado na montadora.
RUIM: redução da flexibilidade de instalação de acessórios, principalmente no seguro de carga, havendo a necessidade de instalação de outros dispositivos.
Cronograma da obrigatoriedade dos antifurtos
I – Nos automóveis, camionetas, caminhonetes e utilitários:
a) a partir de 1° de fevereiro de 2010, em 20% da produção total destinada ao mercado interno;
b) a partir de 1º de julho de 2010, em 40% da produção total destinada ao mercado interno;
c) a partir de 1° de outubro de 2010, em 100% da produção total destinada ao mercado interno.
II – Nos caminhões, ônibus e microônibus:
a) a partir de 1° de fevereiro de 2010, em 30% da produção total destinada ao mercado interno;
b) a partir de 1° de julho de 2010, em 60% da produção total destinada ao mercado interno;
c) a partir de 1° de outubro de 2010, em 100% da produção total destinada ao mercado interno.
III – Nos caminhões-tratores, reboques e semirreboques:
a partir de 1° de dezembro de 2010, em 100% da produção total destinada ao mercado interno.
IV - Nos ciclomotores, motonetas, motocicletas, triciclos e quadriciclos:
a) a partir de 1° fevereiro de 2010, em 15% por cento da produção total destinada ao mercado interno;
b) a partir de 1° agosto 2010, em 50% da produção total destinada ao mercado interno;
c) a par tir de 1° dezembro de 2010, em 100% da produção total destinada ao mercado interno.
Operação Assistida
Em 22 de julho de 2009, por meio da Deliberação 83, o Denatran divulgou a data para início da chamada Operação Assistida, iniciada em 1º de agosto último, estendendo-se até 31 de janeiro de 2010. Esta operação tem como principal objetivo, simular as condições de todo o sistema, colocando à prova todas as variáveis a que o projeto estará sujeito a partir de 1º de fevereiro de 2010.
Nesta operação, foram montados grupos de trabalho que representam entidades como Anfavea, Abraciclo, Sindipeças, operadoras SMP, TIVs (empresas de monitoramento e bloqueio), sob supervisão do Denatran.
Também participam dos grupos de trabalho o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) e o CESVI BRASIL, atuando como consultores de todo o processo e contribuindo para delinear as ações durante os seis meses de trabalho. Inicialmente, a operação está dividida nas seguintes etapas: pré-cadastro e configuração de equipamentos; teste de comunicação via SMS, GPRS e protocolo ACP; teste de bloqueio e desbloqueio; teste dos serviços de localização; testes de ativação e troca de operadoras de SMP; testes de ativação e desativação dos serviços das TIVs.
Validação
Os testes serão úteis para avaliar principalmente a integração e a capacidade de intercâmbio de todos os sistemas e provedores, validando as variáveis que poderão ocorrer. Por exemplo: Um consumidor adquire um veículo novo e decide ativar o serviço de localização em um determinado prestador de serviços de monitoramento e bloqueio (TIV). Então, este veículo é vendido, e o novo proprietário opta por permanecer com o serviço de localização, mas atendido por outra empresa de monitoramento.
Como funcionará este processo?
Quais as precauções que devem ser tomadas? Quando o consumidor quiser contratar o serviço, como deve proceder? E em caso de cancelamento? Estas são questões que a Operação Assistida, com apoio do CESVI, pretende por à prova.
Perguntas e respostas
O sigilo das informações está assegurado?
A Resolução prevê que cabe ao usuário proprietário do veículo, devidamente identificado, a escolha sobre a ativação, ou não, do serviço de monitoramento. Ou seja, não é obrigatória. Este processo de ativação será realizado via OTA (“Over the Air” – “pelo ar”), não sendo necessário que o usuário leve o veículo a uma concessionária ou a algum prestador do serviço para realizar esta ativação. “É um processo relativamente simples”, explica Antônio Calmon, coordenador geral de Política
Certificação do CES VI se fortalece com Resolução
Os critérios da avaliação CESVI são parâmetros de decisão para diversos setores. O mercado segurador ainda é o maior usuário das informações obtidas na avaliação. Ao longo dos anos, a esfera de abrangência dos benefícios da avaliação de rastreadores do CESVI alcançou outros mercados. A Resolução 245 altera as características de formatação em que este mercado estava condicionado a atuar, estabelecendo novos requisitos para atuação neste novo cenário.
Neste momento, muitas lacunas, principalmente técnicas, surgem como barreiras para o desenvolvimento sólido nesta nova atividade. É de grande ajuda contar com o auxílio de instituições sérias e imparciais que possam orientar quanto às melhores práticas. O conhecimento adquirido pelo CESVI ao longo de seus dez anos de atuação neste cenário será oferecido por meio de suas avaliações, consultorias e treinamentos na área de rastreamento e bloqueio, contribuindo de forma efetiva na implantação da Resolução 245, fortalecendo ainda mais a missão do centro como fonte de informação e pesquisa para todo o mercado. O CESVI é uma das instituições que está colaborando, junto ao Denatran, colocando à disposição sua experiência neste segmento.
Normativa e Estratégica do Denatran em palestra promovida pelo CESVI. Segundo
Calmon, todo o sistema está desenhado para que haja máxima segurança no tráfego das informações, principalmente de ativação. Entretanto, esta condição pode ser quebrada por solicitação judicial em casos nos quais o Ministério Público julgar necessária a ativação do serviço sem o consentimento do proprietário.
Os dispositivos inibidores de sinal, conhecidos como “jammers”, poderão interferir na comunicação dos veículos?
Existem dispositivos capazes de inibir sinais de transmissão e recepção de informações do rastreador instalado no veículo. Atualmente existem tecnologias em desenvolvimento que podem detectar que o rastreador está sob ação deste dispositivo e, por meio de uma inteligência embarcada, realizar uma ação no veículo (como o bloqueio, por exemplo). O rastreador original de fábrica também estará sujeito à ação destes dispositivos, pois utiliza as mesmas características de funcionamento dos rastreadores existentes hoje.
De quanto será o custo do monitoramento quando o usuário habilitar o sistema?
Atualmente, este serviço está à disposição do usuário a um custo que varia em torno de R$ 40 e R$ 90 por mês. A variação se dá pelo pacote de serviços contratado; ou seja, quanto mais funções o usuário deseje habilitar (como, por exemplo, acesso à localização do veículo pela Internet), o custo será diretamente afetado. É fato que, à medida que o
volume de ativação dos rastreadores aumentar, deve haver uma tendência de queda nos valores.
As seguradoras estenderão, para o rastreador “245”, os descontos que hoje já são praticados no mercado?
O rastreador para as companhias seguradoras se tornou um grande aliado na gestão do risco em seguro, sendo uma ferramenta importante para o negócio.
Entretanto, existiu um processo de amadurecimento. É um mercado orientado por números, no qual, para que a condição de desconto seja concedida, o rastreador original
terá que comprovar sua eficiência na redução do roubo e furto, confirmando-se, portanto, como uma ferramenta atrativa para o mercado segurador.
Eficiência a ser comprovada
Desde sua divulgação, a Resolução 245 foi marcada por debates. Desde o início, o CESVI trabalhou muito próximo ao governo para contribuir e intermediar ações entre os envolvidos, promovendo a discussão entre as partes. O centro foi amplamente consultado pelas montadoras como fonte de informação em reconhecimento à experiência adquirida em seus dez anos de atuação no mercado de rastreamento no Brasil, orientando sobre as melhores práticas e delineando aspectos técnicos que deviam ser considerados na ocasião da implantação da Resolução.
O CESVI apoia qualquer medida proposta para a redução de roubo e furto no País, desde que efetiva contribuição para o mercado
O CESVI, ao longo dos últimos dez anos, tem contribuído para o mercado de rastreamento no Brasil com avaliações técnicas e consultorias. Ao todo, já foram realizadas aproximadamente 400 avaliações em mais de 150 empresas em todo o Brasil.
A avaliação do CESVI é reconhecida pelo mercado como selo de referência de qualidade dos prestadores de serviço que obtêm a certificação CESVI, tornando-se uma vitrine para o mercado em geral.
Fevereiro de 2006
Lei Complementar 121
Sancionada em 9 de fevereiro de 2006, esta Lei cria o Sistema Nacional de Prevenção, Fiscalização e Repressão ao Furto e Roubo de Veículos e Cargas atribuindo ao CONTRAN – Conselho Nacional de Trânsito, a competência de estabelecer os critérios e parâmetros dos dispositivos antifurtos obrigatórios em veículos.
Julho de 2007
Resolução 245
De 27 de julho de 2007, estabelece que todos os veículos novos saídos de fábrica, produzidos no País ou importados, teriam 24 meses a contar da data de publicação da Resolução para serem equipados de um dispositivo antifurto sob pena da proibição de comercialização do modelo caso a Resolução não fosse atendida. Essa Resolução foi alterada pela Deliberação 82 do CONTRAN.
Agosto 2007
Portaria 47
De 20 de agosto de 2007, define as especificações, as características e as condições de funcionamento e operação do dispositivo antifurto e do sistema de rastreamento de que trata a Resolução CONTRAN nº 245/2007.
Outubro 2008
Resolução 295
De 28 de outubro de 2008, estabeleceu o cronograma para a instalação de equipamento antifurto obrigatório, definido na Resolução 245, escalonando a obrigatoriedade por tipo de veículo (automóveis, caminhonetes, utilitários, caminhões, ônibus e ciclomotores). Esta Resolução foi revogada pela Deliberação CONTRAN nº 83/09.
Portaria 102
De 30 de outubro de 2008, tem como objetivo harmonizar o entendimento dos requisitos fixados pela Portaria 47.
Dezembro 2008
Resolução 129
De 19 de dezembro de 2008, define as características do processo de certificação e homologação para o sistema antifurto obrigatório e para os provedores de serviços de monitoramento e rastreamento. Esta Portaria foi alterada pela Portaria 253/08.
Maio de 2009
Portaria 133
De 27 de maio de 2009, estabelece as regras e os procedimentos para a designação de Organismos de Certificação previstos na Resolução CONTRAN 245/07.
Julho de 2009
Portaria 253
De 22 de julho de 2009, define as especificações, as características e as condições de funcionamento e operação do dispositivo antifurto e do sistema de localização.
Esta Portaria caracteriza o antifurto com a função somente de bloqueio autônomo e remoto, ratificando o termo “localização” como opcional.
Deliberação 82
De 22 de julho de 2009, esta Deliberação cumpre a decisão judicial proferida pelo
Juízo da 7ª Vara Federal da Seção Judiciária de São Paulo nos autos da ação civil pública que se opunha à instalação do dispositivo antifurto obrigatório. Esta Deliberação altera a Resolução 245/07.
Deliberação 83
De 22 de julho de 2009, estabelece o cronograma para instalação do equipamento antifurto, implantando a chamada “Operação Assistida”, se que iniciou em 1º de agosto e vai até 31 de janeiro de 2010, com o objetivo de validar o funcionamento de todo o sistema.
Resolução 329
De 18 de agosto de 2009, esta Deliberação cumpre a decisão judicial proferida pelo
Juízo da 7ª Vara Federal da Seção Judiciária de São Paulo, nos autos da ação civil pública que se opunha à instalação do dispositivo antifurto obrigatório. Esta Deliberação altera a Resolução 245/07.
Resolução 330
De 18 de agosto de 2009, estabelece o cronograma para instalação do equipamento antifurto, implantando a chamada “Operação Assistida”, que se iniciou em 1º de agosto e vai até 31 de janeiro de 2010, com o objetivo de validar o funcionamento de todo o sistema.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
2010 Abt Volkswagen Polo
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Upload feito originalmente por SIM RASTREAMENTO AUTOMOTIVO
(from Abt Press Release) Nice, small and a true sportsman – the ABT Polo
The new Polo is an impressive vehicle: Its processing and technology set standards in the small car class – and that is the reason why the worldwide largest tuner of vehicles from the Volkswagen group turned his attention to the Polo. The result is a little sports car in a form which makes a man's heart beat faster. And which women will also love. From the outside the small car from Bavaria exudes character, the rear spoiler and rear apron insert – both in the expressive carbon look and the double-pipe exhaust make it look bold and dominant. The titan-coloured type Z 8x18 inch ABT wheels suit the car well. In the area of the underside of the door decals with the ABT logo show that the Polo is a pure thoroughbred from the Allgaeu sports car family.
ABT Sportsline of course also offers performance improvements for the Polo. They can give an extra kick to all turbo engines: The 1.6 TDI is available in different output levels – starting at the series standard engine. For example with ABT POWER, 75 HP (55 kW) is converted into 90 HP (66 kW), and after ABT treatment the 90 HP engine provides 110 HP (81 kW) and the 105 HP (77 kW) diesel engine is increased to a sporty 130 HP (96 kW). The extremely economical 1.2 TSI also provides 130 HP or 96 kW (series standard: 105 HP / 77 kW). The fuel consumption values – and thereby also the
CO2 emissions – remain at the level of the series engine. The tuner recommends to use ABT springs for an extra amount of dynamism. Doing so lowers the centre of gravity of the vehicle, and the Polo lies better and safer on the road. The smallest ABT is thereby not inferior to its larger siblings in any way, and offers optimum driving enjoyment with maximum everyday usability.
The new ABT Polo – data and facts
ABT ENGINE TECHNOLOGY
Engine: 1.2 TSI, 1198 ccm cubic capacity
Performance tuning: ABT POWER
Performance: 130 HP/96 kW (standard: 105 HP/77 kW)
Engine: 1.6 TDI, 1598 ccm cubic capacity
Performance tuning: ABT POWER
Performance: 130 HP/96 kW (standard: 105 HP/77 kW)
110 HP/81 kW (standard: 90 HP/66 kW)
90 HP/66 kW (standard: 75 HP/55 kW)
ABT AERODYNAMICS
ABT rear skirt set consisting of rear skirt and ABT 2-pipe rear muffler (4 x 84mm, chrome)
ABT rear wing
ABT carbon look
ABT WHEEL TECHNOLOGY
ABT Z; 18 inch; titanium-coloured
Available also as complete set of wheels with sports tires.
ABT EXHAUST TECHNOLOGY
ABT 2-pipe rear muffler
ABT SUSPENSION
ABT suspension springs
ABT INTERIOR
ABT gear shift knob
ABT floor mat set
Equipamento próprio faz da SIM uma das forças no segmento de rastreamento
Há pouco mais de quatro anos no mercado de rastreamento automotivo, a SIM, também, se destaca por ter seu próprio equipamento, com uma equipe de desenvolvimento própria para gerar soluções que atendam as necessidades de nossos clientes em nossa área de atuação.
Um equipamento de rastreamento é composto por alguns módulos básicos como: Uma fonte de alimentação, responsável por suprir a energia elétrica para o equipamento, um Modem GSM/GPRS que tem como função se conectar a rede de telefonia celular para transmissão da informação, um módulo de GPS responsável pela captura da posição real do veículo, dispositivos de entrada e saída que faz uma ponte entre as condições atuais do veículo com o equipamento, informando, por exemplo, se o veículo está desligado ou não e por último um microprocessador onde fica toda a inteligência do equipamento, responsável pelo tratamento de todas as informações. Sendo que todos estes módulos devem estar em perfeito sincronismo para garantir seu funcionamento de maneira eficaz.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Mitsubishi Outlander GT: Luxo com esportividade
O crossover esportivo da Mitsubishi ganhou linhas futuristas e motor mais potente.
Para 2010 a Mitsubishi Motors apresenta o Outlander GT, seu crossover esportivo de luxo, com visual inspirado no desenho do Lancer X, é moderno, futurista e com diversas tecnologias embarcadas. Com público cativo no Brasil, o modelo foi idealizado dentro de um conceito inovador de veículo e reúne a comodidade e o rodar confortável dos automóveis de passeio com a segurança e a versatilidade dos SUVs.
Capô, pára-lamas, grade dianteira, faróis principais com cinco regulagens de altura, faróis auxiliares com moldura cromada, compõem e realçam um visual esportivo e agressivo. Os instrumentos receberam nova grafia, possibilitando fácil visualização e leitura.
Outro detalhe que chama a atenção nas soluções apresentadas para o Outlander GT 2010 refere-se à iluminação traseira, feita por meio de leds. As rodas com novo design e aro de 18 polegadas de diâmetro, que abrigam pneus esportivos de perfil baixo, acentuam o caráter de esportividade desse crossover.
O Outlander GT 2010 se destaca pelas soluções inteligentes ― voltadas para o uso diário, conveniência do usuário e ao prazer de dirigir ―, que conquistam o consumidor mais exigente pelos seus atributos. A ótima ergonomia dos bancos, associada ao correto posicionamento do painel e dos indicadores de velocidade, rotação do motor, demais mostradores e luzes de sinalização, tornam o ato de dirigi-lo uma tarefa muito agradável. Os instrumentos de comando do veículo estão bem posicionados e permitem fácil acesso para o motorista.
Ergonomia, na verdade, é um dos pontos altos do Outlander GT 2010. Os bancos dos passageiros, por exemplo, estão posicionados a uma altura ideal, ou seja, a entrada e a saída do interior do Outlander GT 2010 podem ser feitos sem que se tenha que subir ou descer do carro. O ponto de visão do motorista desse crossover também está localizado em posição privilegiada. Como o Outlander GT tem maior vão livre do solo e, conseqüentemente, maior altura total do veículo, a visão de quem está dirigindo ficam posicionada pelo menos 10 centímetros acima dos motoristas que conduzem veículos convencionais. Isso garante melhor visibilidade periférica ao dirigir e também durante as manobras feitas em espaços restritos.
O amplo espaço interno ― proporcionado pelo maior entre-eixos entre os modelos da categoria ― também facilita o transporte de grandes volumes e oferece ótimo espaço interno para os ocupantes.
Os significativos 215 mm de vão livre do solo permitem primoroso comportamento dinâmico em terrenos acidentados e na ultrapassagem de eventuais obstáculos. Sua suspensão oferece o que há de mais moderno em termos de conforto, estabilidade e esportividade. O sistema, independente nas quatro rodas ― McPherson na dianteira e Mult-link, na traseira ―, garante segurança, controle e confiabilidade nas mais diversas situações.
Motor com sistema MIVEC: agora com 240 cv - O moderno motor V6 a gasolina, de 3,0 litros de capacidade, recebeu mais força passando a ter 240 cv de potência a 6250 rpm e 31 kgf.m de torque a 3750 rpm, resultado de apurado trabalho de desenvolvimento de engenharia, que envolveu recalibragem, alívio da massa interna do motor e a redução do atrito entre suas partes móveis. Montado transversalmente, o motor tem bloco, cabeçote e cárter de alumínio, e além do grande desempenho, o motor é um dos responsáveis pela boa relação peso/potência do Outlander GT 2010. O sofisticado sistema MIVEC, desenvolvido pela Mitsubishi, atua nos tempos de abertura e fechamento das válvulas de admissão para aperfeiçoar seu desempenho nos mais diferentes regimes de rotação. Assegura ganho de torque e economia de combustível nas baixas rotações e gera maior potência e desempenho nas altas.
Câmbio seqüencial de seis marchas - A transmissão INVECS II automática de seis marchas com seqüencial Sportronic, que possibilita a troca de marchas na alavanca e paddle shifts ― que permite a troca de marchas também no volante de direção, proporciona ao veículo esportividade, excelente escalonamento de marchas e o perfeito aproveitamento das potencialidades do motor. O resultado é a maximização do torque do motor e a sensação do prazer ao dirigir. O Outlander GT 2010 também oferece o sistema "Multi-Select Trimode”, único na categoria, que permite a escolha de três diferentes tipos de tração através de um seletor posicionado no console central (4x2, 4x4 On-Demand e 4x4 bloqueado). O conjunto garante maior conforto e segurança no uso urbano e esportividade nas rodovias, além ótimo comportamento nas situações fora-de-estrada.
Alternativas de tração ― 2WD: somente tração dianteira, proporcionando maior economia de combustível; 4WD: torque distribuído para as rodas traseiras quando necessário; 4WD Lock: tração com bloqueio nas quatro rodas, ideal para terrenos com baixa aderência.
Confortável e espaçoso - Sofisticados e confortáveis, os bancos do Outlander GT 2010 têm design esportivo, são revestidos em couro, têm alta retenção devido a bordas laterais bem pronunciadas e contam com aquecimento elétrico para os assentos dianteiros. O traseiro é bipartido na proporção 60/40, deslizante, rebatível por comando elétrico e dobrável. O banco do motorista pode ser ajustado eletricamente em distância, altura e inclinação e o ar-condicionado é automático com filtro de partículas para garantir melhor qualidade do ar na cabine.
O porta-malas conta com o conceito de tampa traseira bipartida tipo "Flap Fold”, que facilita o acesso ao seu interior e a acomodação de bagagens volumosas. Com o encosto dos bancos na posição normal, ele tem 715 litros de capacidade, valor que aumenta para 2.000 litros com o exclusivo rebatimento elétrico da segunda fileira de bancos. O Outlander GT também conta com ganchos de fixação e três tomadas auxiliares de 12V.
Para aumentar o conforto e a segurança dos usuários o modelo vem de série, com sensor de chuva (acionando automaticamente o limpador de pára-brisa) e sensor de luminosidade (acendendo os faróis e painéis de instrumentos quando há pouca iluminação natural). Também recebeu novos detalhes de acabamento na moldura da alavanca de câmbio e no painel.
Computador de bordo com tela LCD com 11 funções e sistema keyless de abertura e travamento das portas com alarme, piloto automático (Cruise Control) e immobilizer são somente mais alguns dos itens de conveniência e segurança do Outlander GT. O Sistema Multimidia Power Touch, com tecnologia touch screen e tela de 7 polegadas, tem sistema SVC (Speed-Sensitive Volume Compensation) que monitora e controla o volume do áudio em função da velocidade do veículo.
Os recursos desse áudio são: sistema Bluetooth estéreo com viva-voz integrado, Áudio Streaming que capta músicas do seu celular sem necessidade de fios, sistema CD/DVD-R, conexão para iPod e entrada USB para pen drive de até 15 mil músicas. Entre os acessórios está o sistema de navegação GPS, que contém mais de 1.200 cidades mapeadas, recursos em 3D para pontos de referência e navegação interativa.
Seguro desde a concepção - O Outlander GT 2010 não é seguro somente por contar muita tecnologia embarcada ou por se utilizar sistemas de segurança de última geração que foram agregados ao veículo depois de pronto. Desde o seu nascimento, ele foi projetado de forma a garantir a integridade dos seus passageiros. A Mitsubishi dotou o Outlander GT 2010 do sistema RISE de deformação controlada, ou seja, ele tem uma estrutura que melhor absorve os impactos frontais ou traseiros em caso de colisão. Seu monobloco foi desenvolvido com a presença de uma cinta que adiciona reforço estrutural e os pedais e a coluna de direção são retrateis. O teto de alumínio diminui o peso do veículo e colabora para baixar o centro de gravidade, garantindo maior estabilidade.
Para a perfeita segurança dos seus ocupantes o modelo vem equipado com oito airbags, sendo dois dianteiros inteligentes ― com velocidade de abertura controlada eletronicamente, em duplo estágio para responder de modo adequado aos impactos ―, airbags laterais e airbags de "cortina”. A segurança do Outlander GT 2010 foi posta à prova por um dos mais rigorosos e confiáveis órgãos de análise de segurança veicular do mundo. O NHTSA ― National Highway Traffic Safety Administration (Administração Nacional de Segurança do Tráfego Rodoviário), dos Estados Unidos, concedeu ao veículo cinco estrelas ― de cinco possíveis ― no quesito segurança de impacto frontal e lateral.
O sistema de freios a disco nas quatro rodas conta com ABS de quatro canais e EBD ― sistema que controla eletronicamente a distribuição de força de frenagem entre os eixos dianteiro e traseiro em função da carga do veículo ―, garantindo trajetória correta e segura mesmo nas situações limites de frenagem. O veículo também vem equipado com o ASC ― controle ativo de estabilidade e tração, que mantém trajetória segura em curvas, mudanças bruscas de direção, pisos escorregadios ou em altas velocidades.
O Outlander GT 2010 chega às concessionárias da marca no mês de outubro, e estará disponível nas cores: Silver, Medium Gray, Black Mica, White Pearl e Platinum Beige.
XC60 supera a marca de mil unidades no Brasil e eleva em 77% as vendas da Volvo
O Volvo XC60 superou em setembro a expressiva marca de mil unidades comercializadas no Brasil. Ao todo, a marca sueca contabiliza 1.056 unidades do novo crossover vendidas no País desde janeiro, mês que marcou a chegada do modelo ao País. O resultado ultrapassa, por exemplo, os números obtidos em 2008 pelo hatchback C30 (765 unidades) e se aproxima do volume total vendido pela Volvo no ano passado (1.098 unidades).
Com isso, o crossover já é apontado como o recordista de vendas da Volvo em um único ano desde o início de suas operações no Brasil, em 1991, além de ser o primeiro modelo a atingir a marca de mil unidades comercializadas no mercado brasileiro.
Nos primeiros nove meses do ano, a Volvo vendeu um total de 1.582 carros no Brasil, volume que supera em 77% as 893 unidades comercializadas no mesmo período do ano passado e em 44% as 1.098 unidades registradas em todo o ano de 2008. Com a média de 175 unidades vendidas por mês, a Volvo espera atingir a meta de mais de 2 mil unidades em 2009.
Considerado o carro mais seguro já fabricado pela Volvo, o XC60 tem no preço uma boa explicação para o sucesso comercial obtido até o momento. A versão de entrada (Comfort) custa R$ 138,5 mil e a Top tem o preço de R$ 165,9 mil. Há também uma versão intermediária (Dynamic), que custa R$ 156,5 mil. As três versões do XC60 disponíveis no mercado brasileiro contam com tração integral e são equipadas com motor turbo de seis cilindros à gasolina, que gera 285 cv de potência. A diferença entre as versões está na lista de acessórios e itens de série que equipam cada uma delas.
Outro diferencial de peso do XC60 é o City Safety, dispositivo inédito na indústria automotiva que possibilita frear o carro automaticamente na iminência de uma colisão até 30 km/h, mesmo que não haja qualquer reação por parte do condutor. Item de série nas três versões do XC60, o City Safety é ideal para situações de trânsito urbano.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Veja os carros sem concorrentes diretos no mercado
Chevrolet S10, Fiat Strada cabine dupla e Kia Soul estão sozinhos no país.

